sexta-feira, 30 de setembro de 2011



Amamos por acaso, e às vezes, amamos quem não devíamos ou quem não queríamos amar. Em nossa mente, a razão grita: “Não te amo, não te quero!”. Mas o amor teima em insistir, contra nossa própria vontade. Não queremos assumir que amamos, mas quando ele não está por perto, a vontade que temos é de morrer. Sentimos inveja do sol que o aquece livremente e das estrelas que podem vê-lo toda noite. O amor não depende da nossa vontade, simplesmente acontece. Não conseguimos amar um desconhecido, uma mulher, um homem ou coisa alguma sob o comando da nossa razão, ou de alguém. Não escolhemos a pessoa que iremos amar por ela ser bonita, como pede a razão. A verdade é que o amor é espontâneo. Ou existe ou não existe. Ultrapassa o nosso entendimento. E ninguém sabe a força do amor, até amar.


Acredite, eu amo você mais que a minha própria vida. É fora do comum, esse meu sentimento por você. Mais por favor acredite. Ele é tudo de mais verdadeiro que existe dentro de mim.





Sabe todas aquelas vezes que você me viu feliz, sorrindo, como se existisse um motivo, uma razão que me fizesse pulsar tudo isso dentro de mim? Já passou pela tua cabeça que esse motivo era você? Unicamente você?